
A um camarada
Se me dás essa mão calosa e deformada,
Aperto-ta na minha, camarada.
Também, do meu labor, sou eu cativo,
E a tinta que me suja a mão é sangue vivo.
(primeiros versos de um dos poemas de A Chaga do Lado)
Se me dás essa mão calosa e deformada,
Aperto-ta na minha, camarada.
Também, do meu labor, sou eu cativo,
E a tinta que me suja a mão é sangue vivo.
(primeiros versos de um dos poemas de A Chaga do Lado)
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