sábado, 12 de dezembro de 2015

Manoel de Oliveira (11.Dezembro.1908-2.Abril.2015) completaria ontem 108 anos.



Atrasei-me. Desculpem. Acontece. Conheci-o muito bem. Convivemos, especialmente, na Itália que o amava e o lançou no mundo. 

Encontrámo-nos em Florença, onde o seu Amor de Perdição fez a estreia. Depois, em Tel Aviv…. 

Era um homem de extraordinária humanidade, de alma aberta e génio. 

Morreu? Não creio: a sua alma está viva nos seus filmes. 

O pedacinho do maravilhoso Aniki-Bobó, que escolhi para o recordarmos, é uma das obras mais belas do cinema mundial.   

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