Atrasei-me. Desculpem. Acontece. Conheci-o
muito bem. Convivemos, especialmente, na Itália que o amava e o lançou no mundo.
Encontrámo-nos em Florença, onde o seu Amor
de Perdição fez a estreia. Depois, em Tel Aviv….
Era um homem
de extraordinária humanidade, de alma aberta e génio.
Morreu? Não creio: a
sua alma está viva nos seus filmes.
O pedacinho do maravilhoso Aniki-Bobó, que escolhi para o recordarmos, é uma das obras mais
belas do cinema mundial.

Sim, será eterno!
ResponderEliminarUm nome a recordar sempre com muito carinho!
Sim, querida amiga, um grande Artista, um grande Homem.
ResponderEliminarSim, querida amiga, um grande Artista, um grande Homem.
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