Albert Cohen na companhia da mulher, Bella Cohen
“Partindo de dois dados e de um detalhe, analisava exactamente (…) uma personagem que nunca vira, e traçava dela um retrato tão exacto que se diria feiticeiro. Como todos os verdadeiros romancistas que, graças à varinha mágica se instalam no lugar dos outros, no seu coração e na sua cabeça, e se transformam em Ana Karenine, Natacha Philipovna*… na “bela do Senhor”.
Claude Roy in Les rencontres des jours, 1992-1993, Éditions
Gallimard, 1995


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