Fui buscar, hoje, à nossa
biblioteca, o Doctor Faustus, de
Christopher Marlowe (1564-1593), o admirável dramaturgo inglês, assassinado
jovem, aos 29 anos.
E eis que, das páginas adormecidas,
saltou esta belíssima figura de Jean-Honoré Fragonard.
Comprei a obra, em
Roma, no dia 5 de Setembro de 1986 (os anos d’oiro).
Não recordo haver guardado a
imagem, mas alguém a guardou. Quem?
Uma dessas fadas ambíguas, do bem e do
mal, que nos batem à porta, a horas mortas, agora a arranhar, outra vez, a
madeira cansada?
"A leitora", 1970-1972, de Jean-Honoré Fragonard

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