Obra de Malagantana, 1998
Pena
Zangado
acreditas no insulto
e chamas-me negro.
Mas não me chames negro.
Assim não te odeio.
Porque se me chamas negro
encolho os meus elásticos ombros
e com pena de ti sorrio.
poesia de José Craveirinha
Quem era:
http://en.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Craveirinha
poesia de José Craveirinha
Quem era:
http://en.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Craveirinha

Bom dia!
ResponderEliminarÉ muito bonito o poema e a pintura.
Um beijinho e resto de bom domingo!
Venho só deixar um beijinho.
ResponderEliminarIsabel, chego tarde... mas, obrigado! É um poema breve e uma grande bofetada nos racistas disfarçados deste país! Um bom dia, querida amiga!
ResponderEliminarAna, Obrigado. Um beijo para si!
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