Seria só no Romantismo que a solidão era um fascínio? Julgo que apesar de ser terrível a solidão pode oferecer fascínio quando é aproveitada para criar.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Lindo!
ResponderEliminarIsabel, Boa noite, bom fim de semana!
ResponderEliminarSeria só no Romantismo que a solidão era um fascínio?
ResponderEliminarJulgo que apesar de ser terrível a solidão pode oferecer fascínio quando é aproveitada para criar.
Beijinho e espero que não esteja zangado. :))
Intenso e mágico!
ResponderEliminarBeijinhos
Luísa
Ana, a solidão +e dor e fascínio. Um beijo. Quem é que está zangado? Eu? De maneira nenhuma!
ResponderEliminarLuísa: mas o sofrimento não fascina: acontece, muitas, muitas vezes por culpa, inércia, covardia nossas. Beijos.
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