Paula Rego tem mais que fazer do que perdoar a ignorância galopante deste governo
Paula Rego decidiu
retirar todas as suas obras, pinturas e desenhos, da Casa das Histórias, em
Cascais –informa o Público de hoje.
Eis o caminho que leva
a Cultura, em Portugal, com este governo.
O que dirá -ou fará?- o
Secretário de Estado da Cultura?
Aos costumes, dirá
bláblá?
Se assim fizer,
enquadra-se perfeitamente num governo de analfabetizantes.

porque haveria o secretário barreto de fazer diferente se em tudo coincide com, e pertence aos, gangsters que nos (des)governam? eu, no lugar da paula rego, até me sentiria ofendido se tivesse tratamento diferenciado. o país está a saque. faz ela muito bem em retirar os quadros deste covil de hienas, é a sua forma de activar o artigo 21º, é como um lobo com dignidade. já que até à vista nada há que nos defenda ou se empenhe em organizar uma resistência ACTIVA. nós mais as nossas manifestações, a que só falta levar farnel para ser um pique-nique de famintos com bananas de plástico no cesto... nós não somos sequer uma alcateia a uivar; apenas cães lazarentos a ganir. da imundície do governo passo ao nojo da sabujice sem ponta de dignidade em que entrámos com as organizações todas da república a pactuar com a venda da soberania e da vida dos portugueses pedra a pedra sem atirar sequer uma só certeira à hidra de sete cabeças que nos mata dia a dia.
ResponderEliminarcastro guedes
É uma pena!
ResponderEliminarAos poucos vamos perdendo tudo!
Um beijinho
Isabel, não é uma pena: é um CRIME!
ResponderEliminarBeijos.
Jorge Castro Gudes: como sabe, em A Capital, há um amigo de António Corvelo, o Damião, que João Gaspar Simões, na magistral e incontornável biografia de Eça de Querós, identifica com Antero.
ResponderEliminarNo romance topamos uma carta de Damião/Antero a Corvelo/Eça, com a seguinte frase: “A capital é, no fim de tudo, o único ponto vivo desta fétida lesma morta que se espapa à beira do velho Atlântico. Sob o nome desacreditado de Portugal.”
Não interessa se a capital, Lisboa, seja ou não seja “o único ponto vivo”, do que, aliás, duvido.
Trata-se de saber se o país é uma lesma morta e se o seu nome está desacreditado.
Penso que nem uma nem outra das afirmações colhe, neste momento.
O país, a gente deste país, reagiu como sempre, ao longo da História, desde da remota aventura das descobertas: emigrou, escapou, fugiu.
Precisa de comer, de educar os filhos, de… ser gente.
Hoje somos talvez 8 milhões -repito: talvez-: grande parte do milhão e tal que saiu continua a ser dada como vivendo aqui e o quase meio milhão de imigrantes assinalados, a engordar o número, é, certamente, ultrapassado pelos imigrantes clandestinos que andam por cá.
O pecado? Terem os diversos governos e partidos, depois do 25 de Abril, descurado a educação cívica –obrigatoriamente, desde o básico.
Terem, pouco a pouco, torcido o pescoço ao ensino.
Terem menosprezado, vergonhosamente, a Cultura.
Sim, estamos parados, pasmados, tristes e -custa-me dizê-lo- resignados, diante de uma galopada desesperada e sem escrúpulos do capitalismo financeiro, pai espiritual e padrinho monetariamente do actual governo português.
Vagamente esperançosos do regresso de um Sebastião qualquer.
O momento é muito grave –de enorme risco.
Como disse Pasolini -e era 1975-. “Todos nós
estamos em perigo”.
Sim, é um crime e grave. Gravíssimo!!
ResponderEliminarPortugal recuando, seja no que for, tão cedo não recupera.
Bom fim-de-semana.:))
E continuamos a recuar, a aceitar, Cláudia. Admite-se que um governo duga alto e bom som que vai cortar ajudas aos desempregados aos doentes? Que caia em cima -ainda mais- do ensino, da segurança social?... E tudo lhe seja permitido?
ResponderEliminarSem palavras...
ResponderEliminarBoa noite, Manuel.
Tudo isto é um suicídio a longo prazo...
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