"Praia das Maçãs", 1918, óleo de José Malhoa
Chamaste-me
tua vida,
E
eu tua alma quero ser:
A
vida acaba co’ a morte,
A
alma não pode morrer.
Anónimo in Alma Minha Gentil, Antologia da Poesia de
Amor Portuguesa, organizada por José Régio e Alberto Serpa, Portugália
Editora, 1957

Muito bonito.
ResponderEliminarA tela é lindíssima.
Isabel, obrigado. Como vê Portugal tem grandes pintores, é pena que a maioria os desconheça. Um abraço!
ResponderEliminarCurioso,o belogue,MAR ARÁVEL,publicou o mesmo quadro de Malhoa a ilustrar um,também belo,poema.
ResponderEliminarUm abraço,
mário
Caro Trepadeira, quererá isso dizer que o responsável por esse blog tem bom gosto. Um abraço.
ResponderEliminarMagnífico quadro e o poema é bem romântico.
ResponderEliminarO livro em que está inserido é uma preciosidade...
Um beijinho.