quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Amor


"Praia das Maçãs", 1918, óleo de José Malhoa


Chamaste-me tua vida,
E eu tua alma quero ser:
A vida acaba co’ a morte,
A alma não pode morrer.

Anónimo in Alma Minha Gentil, Antologia da Poesia de Amor Portuguesa, organizada por José Régio e Alberto Serpa, Portugália Editora, 1957

5 comentários:

  1. Isabel, obrigado. Como vê Portugal tem grandes pintores, é pena que a maioria os desconheça. Um abraço!

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  2. Curioso,o belogue,MAR ARÁVEL,publicou o mesmo quadro de Malhoa a ilustrar um,também belo,poema.

    Um abraço,

    mário

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  3. Caro Trepadeira, quererá isso dizer que o responsável por esse blog tem bom gosto. Um abraço.

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  4. Magnífico quadro e o poema é bem romântico.
    O livro em que está inserido é uma preciosidade...
    Um beijinho.

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