“Virá jamais o dia em que se eleve e se facilite a vida de quem escreve? Não creio.
A
não ser que a literatura passe de mercantil a gratuita. E que o autor seja
reconhecido de utilidade pública… Nunca, porém, assoldado ou subornado!
Quando
a capitalização, a desleal valorização e exploração do espírito cesse.”
Irene Lisboa in Apontamentos, Lisboa, 1943

Tinha razão e continua cada vez mais actual.
ResponderEliminarBom fim-de-semana
Isabel, actualíssimo, sim! A corrida deste governo à materialização amoral da sociedade é arrepiante! Irene Lisboa foi vítima de outros "desespiritualizadores"..., como sabe.
ResponderEliminar