Teresa de Calcutá
Um dia, em Roma, por
acaso e certamente por necessidade, encontrei-me com essa mulher.
O nosso diálogo durou
poucos minutos, os dois sozinhos, numa sala mal arrumada e de passagem.
Nunca esquecerei muita
coisa, o seu olhar penetrante e humaníssimo, por exemplo…
Há-de vir a hora de
contar isto por miúdos, que consta já do meu Diário. Mas foi demasiado intenso,
forte; o tempo pertence ao subjectivo, não é verdade?
Trago-a, hoje, aqui,
neste dia, porque nunca conheci ninguém que estivesse tão junto a Cristo: no
entendimento e na atitude.

Manuel,
ResponderEliminarUm post lindíssimo e um pouco imperceptível para mim. Daí também a beleza!
Bom feriado. :)
Ana, não sei onde está o mistério deste post... Bom feriado, amiga!
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