“O que há hoje sobretudo não é tanto a ignorância ou o erro, a infâmia ou a loucura: é a atrofia do coração junta à futilidade do ânimo. Quem cura da Justiça? Cada qual quer viver, gozar! Nós somos uns pobres doidos, maus e cruéis para nós mesmos, que nos comprazemos em destruir e soterrar todas as fontes dos nossos bens.”
Antero de Quental, carta a António de Azevedo Castelo Branco, Abril de 1866
Muito presente este trecho. Julgo entender o a futilidade do ânimo. Será fútil a sociedade em que vivemos? Futilidade é neste caso sinónimo de consumismo e materialismo?
ResponderEliminarFiquei a pensar...
Sim, Ana, também eu o entendo como entendeu. E nessa superficialidade nos suicidamos.
ResponderEliminarAna, ainda tenho de seguir esta via... Manuel Poppe
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