
Conheci Manuel António Pina há 33 anos:
o amigo generoso, o homem íntegro, o escritor de rara qualidade.
Em tempo de comércio das almas e da compra e venda dos sucessos, da invenção de génios de pacotilha e de assassínio sistemático dos verdadeiros génios, é de louvar que o Júri do Prémio Camões o tenha distinguido e escolhido.
Ao fazê-lo homenageou um dos mais importantes escritores da Literatura de Língua Portuguesa contemporânea.
Daqui envio um grande abraço, BEIRÃO, ao poeta singular, ao homem vertical!
Um prémio merecido faz-nos sentir bem, não é?
ResponderEliminarBoa noite!
É bom ver reconhecidas publicamente as qualidades de um amigo.
ResponderEliminarA atribuição do Prémio Camões é um justíssimo reconhecimento do mérito de um grande poeta e jornalista. Manuel António Pina é um homem da poesia e dos livros. Habituei-me a lê-lo desde há muito, sobretudo a partir dos tempos em que tive o privilégio e o prazer de o conhecer na redacção do Jornal de Notícias onde também colaborei ao longo de cerca de 20 anos. Conheço e admiro a sua obra poética, como aprecio também a sua esclarecida visão do Mundo plasmada nas suas crónicas diárias. E são esmo essas crónicas que merecem a minha primeira leitura diária no nosso JN.
ResponderEliminarComo afirma Germano Silva, Manuel António Pina, o o melhor cronista português. Parabéns Manuel António Pina!