De cada vez que releio José Régio, ganho sempre mais alguma coisa.
Nenhum dos seus poemas, nenhum dos seus romances, nenhum dos seus contos, nenhuma das suas peças de teatro, nenhum dos seus ensaios é gratuito ou superficial.
A sua obra é a expressão de uma aventura espiritual verdadeira.
E extraordinária.
Indigna-me constatar que os neo-literatos, os fantoches do espectáculo ridículo da feira de vaidades e de socorros mútuos dos plumitivos para-analfabetos, continuam a enterrá-lo, a silenciá-lo, ignorá-lo.
Não faz mal que um ignorante incurável ignore um grande homem.
Mas um idiota não tem o direito a maltratar os grandes homens.
Sabes, amigo, como podes saber da grandeza de José Régio?
Lendo-o.
Estou a ler.
ResponderEliminarParabéns! (Espreitei a janela do lado)
:)
Sei que está a ler, Ana. Só lhe fará bem.
ResponderEliminarMP