
“Sonho:
Uma arte em que as palavras fossem as rigorosamente justas, próprias, adequadas, -e ao mesmo tempo inesperadas e sugestivas. Uma combinação imprevista de palavras vulgares. O rigor científico, a precisão ascética, -e o indefinido e rico da música. A simplicidade que nada sacrifica da densidade, da subtileza... e do perigo.”
in Páginas de Diário Íntimo, Imprensa Nacional-Casa da Moeda
Manuel Poppe,
ResponderEliminarVou ter que arranjar o "Diário Íntimo", pois, gostei muito do excerto, mas será o sonho tudo isto?
Abraço!
Não, Ana. Régio fala de um estilo que ele sonhava conquistar.
ResponderEliminarO "Diário" é muitíssimo interessante, como tudo o que ele escreveu.
Os ensaios dele são magistrais.
Já leu?
Manuel Poppe,
ResponderEliminarDele li:
"Poemas de Deus e do Diabo"; "o poema à mãe" e "A Salvação do Mundo".
Lamentavelmente foi só o que li. Quando visitei a sua casa, em Portalegre, já tinha lido o que registei mas, julgo que tenho que regressar a este escritor. Pensei isto em Portalegre mas ainda não cumpri.
Bom dia!
Esqueci-me de perguntar, porque é que escolheu estudar José Régio?
ResponderEliminarÉ uma grande falta ter lido, de José Régio, apenas os títulos que enuncia -ele é o Grande poeta do nosso século XX e um dos maiores da nossa Literatura.
ResponderEliminarMas ainda vai a tempo.
A feira literata há muito que enterrou Régio... mas o que vale a Feira Literata e os disparates de um momento tão pobre?
Ainda vai a tempo...
Interessei-me por Régio pelas razões acima.