A morte de uma infanta? A morte de uma alma pura que cresce e se perde: essa será a morte da pureza... Ainda que, sempre, a criança que foi sempre dentro dela anda...
Pois é, não se perde o que se foi. O ponto é a pureza que já não é. Mas talvez a vida seja para se cumprir assim mesmo.Porém, acredito na sobrevivência dessa pureza intencional.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Pois é, não se perde o que se foi. O ponto é a pureza que já não é. Mas talvez a vida seja para se cumprir assim mesmo.Porém, acredito na sobrevivência dessa pureza intencional.
ResponderEliminarAs pinturas são lindas, mas a música é muito triste.
ResponderEliminarUm beijinho e continuação de bom domingo:)