“Confesso que escrevi estas linhas com profunda simpatia. A linguagem poética [de Tchekov] encantou-me. A ironia diante da celebridade, a dúvida do sentido e do valor da sua acção, a incredibilidade frente à própria grandeza, tudo isso traduz altura tranquila e modesta. “Ser descontente de si mesmo “ disse ele “constitui o elemento fundamental de todo o talento genuíno”.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
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Thomas Mann e Anton Tchecov parecem-me duas pessoas assisadas. E como colocou aqui as fotos, acrescento que, a fazer jus à imagem, são dois cavalheiros muito apresentáveis.
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