Diante dos dias que aí vêm, neste
país feito de gente boa e generosa, há oitocentos anos martirizado, violado, a
pensar em nós todos que ainda cá estamos e precisamos da esperança como um
abandonado no deserto anseia por água -confio-vos duas linhas de um grande e
lúcido escritor, esquecido, desvalorizado, desentendido:
“Mas há em nós sempre um fundo de esperança que nos não deixa acreditar
no mal senão quando nos achamos face a face com ele.”
Depois de quatro anos de
injustiça esperemos o bem que andou fechado a sete chaves.
Júlio Dinis in Carta para Rita de
Cassia Pinto Coelho, datada de 31 de Maio de 1863

Estimado Manuel, como estava certo Júlio Dinis.
ResponderEliminarTenhamos esperança...
É como diz, Júlio Dinis está está bastante esquecido!
Um beijinho.:))
Cláudia: infelizmente à uma característica dos novo literatos: enterrar e desconhecer a Literatura portuguesa.
ResponderEliminarCláudia: infelizmente à uma característica dos novo literatos: enterrar e desconhecer a Literatura portuguesa.
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