E a ler e reler Mestre
Aquilino, topo estas palavras maravilhosas, sangue da nossa alma, quando a
língua portuguesa se perde, se prostitui…
“…a
folha verde, arquejo de vida…”
in UM ESCRITOR CONFESSA-SE seguido de LANCES DA MINHA VIDA, Bertrand Editora, Lisboa, 2008


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