O isolamento nunca é
total; ou melhor: no isolamento procuramos a companhia dos que nada perguntam e
tudo oferecem. É o caso dos compositores que nos acompanham e dos livros que
levamos connosco.
Ora acontece que, neste
canto, longe da multidão que enlouquece, Isaac Bashevis Singer, de par com
Vivaldi, tem sido o meu companheiro preferido.
Tanto me apaixonou o seu
romance Inimigos, uma história de amor,
que sinto o dever de o sugerir.
Aqui vos deixo três
edições, a portuguesa editada no Brasil (tradução portuguesa não a encontrei por cá…).



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