segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Interrupção XVIII: Henry Miller e Isaac Bashevis Singer



O calor de Agosto pede repouso e as viagens dentro de nós.

Retomei mais uma obra do grande Isaac Bashevis Singer, Gimple o Idiota (Gimple L’Idiota, Longanesi & Cia, Milão, 1979) e deparei, ao abrir, com um admirável ensaio de Henry Miller, em que este faz o elogio apaixonado do grande escritor, judeu perseguido e exilado.

Na primeira linha, Miller cita estas palavras de Singer, hino ao milagre de arrancar a vida à morte e de a perpetuar, dentro de nós e naquilo que se deixa escrito.

Ora leiam:

“Feliz é o homem que pode reencontrar-se através de quanto foi criado.”   





Página do The New Yorker, Agosto de 2000, com "Duas Histórias", de Isaac Bashevis Singer

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