quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Amigos, chove a potes e vejo ao longe o mar bravo, irredutível. O vento dobra os braços das árvores, só o oiço a ele. Vou reler o maior de nós todos, o tabelião da alma portuguesa: Camilo.


O Mestre, o Amigo, o Homem que desceu ao mais fundo do nosso mistério...

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