"Dia de Outono", óleo de Isaac Levitan
“(…)
Sons.
Som
do vento, reboado, manso, grave, continuo.
Passos
lentos, leves…
Com
passos lentos, leves, meditativos atravesso eu a mata.
O
vento cimeiro, sem me tocar, acompanha-me, repete-se monocórdico.
Quem
o imitaria?
Um
músico só.”
Irene Lisboa (assina João Falco) in Outono havias
de vir latente triste, Seara Nova (?), 1937, Lisboa
É lindo o poema e a pintura.
ResponderEliminarTambém gosto do Outono, enquanto não chega o frio.
Um beijinho:)