sábado, 20 de setembro de 2014

Amanhã, o Outono...


"Dia de Outono", óleo de Isaac Levitan


“(…)
Sons.
Som do vento, reboado, manso, grave, continuo.
Passos lentos, leves…
Com passos lentos, leves, meditativos atravesso eu a mata.
O vento cimeiro, sem me tocar, acompanha-me, repete-se monocórdico.
Quem o imitaria?
Um músico só.”

Irene Lisboa (assina João Falco) in Outono havias de vir latente triste, Seara Nova (?), 1937, Lisboa 

1 comentário:

  1. É lindo o poema e a pintura.
    Também gosto do Outono, enquanto não chega o frio.

    Um beijinho:)

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