Cruzeiro do Sul
Partiu, ontem, sem avisar ninguém, um
grande amigo: Agostinho Castro, que foi encontrado morto no seu apartamento de
Guimarães.
Vivia sozinho.
Era um solitário.
Era um poeta, um
escritor desconhecido, um leitor precioso.
Deixou muitos textos jamais publicados.
Um dos melhores apontava a direcção do Sul: a viagem espiritual e cultural ao Sul.
Aqui fica o Cruzeiro do
Sul: símbolo do sonho, da alma generosa e pura.
Até já, Amigo!
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