"Cristo no túmulo", por Jacopo Bellini (Veneza, 1396-c. 1470)
Não
temas: Na paz dos mortos
É
a terra de ninguém.
Olha
às almas, não aos corpos,
E,
além de nós, outro além.
(Só
há terra da verdade
No
tempo da eternidade,
Onde
a terra é de ninguém).
in Canto de Morte e Amor, de Afonso Duarte, Coimbra, 1952
notícia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacopo_Bellini

O poema é muito bonito.
ResponderEliminarUm beijinho e um bom domingo :)
Isabel, o meu amigo que partiu, Agostinho Castro, estava à altura do poema e fará muita falta a muita gente. Um abraço.
ResponderEliminarLindo.
ResponderEliminarManuel: um beijinho especial.