domingo, 31 de agosto de 2014

Em memória do meu amigo Agostinho Castro


"Cristo no túmulo", por Jacopo Bellini (Veneza, 1396-c. 1470)


Não temas: Na paz dos mortos
É a terra de ninguém.
Olha às almas, não aos corpos,
E, além de nós, outro além.
(Só há terra da verdade
No tempo da eternidade,
Onde a terra é de ninguém).


in Canto de Morte e Amor, de Afonso Duarte, Coimbra, 1952



notícia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacopo_Bellini

3 comentários:

  1. O poema é muito bonito.

    Um beijinho e um bom domingo :)

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  2. Isabel, o meu amigo que partiu, Agostinho Castro, estava à altura do poema e fará muita falta a muita gente. Um abraço.

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  3. Lindo.
    Manuel: um beijinho especial.

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