terça-feira, 26 de novembro de 2013

O fio da navalha

Arthur Rimbaud



“Caminhou demasiado. (…) Apostou tudo no excesso. Foi desumano para consigo próprio. A meta estava, sempre, mais além.”

Henry Miller in The Time of The Assassins, Essay on Rimbaud, New Directions  Publishers, 1956

2 comentários:

  1. O problema é que a meta fica sempre mais além. Daí alguma frustração. Nunca se consegue ultrapassar a meta que desenhamos.
    Beijinho e saudades.

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  2. Terrível, mas como diz Miller isso acontece: "
    “Caminhou demasiado. (…) Apostou tudo no excesso. Foi desumano para consigo próprio. A meta estava, sempre, mais além.”
    Já dizia o nosso Sá-Carneiro: "Um pouco mais de sol eu era brasa..."
    Ser brasa é perigoso, pode-se arder...
    beijos

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