"Anjo", de Fra Angelico, séc.XIV
Nova, nova, nova, nova!
Não
era a minha alma que eu queria ter.
Esta
alma já feita, com seu toque de sofrimento
e
de resignação, sem pureza nem afoiteza.
Queria
ter uma alma nova.
Decidida,
capaz de tudo ousar.
Nunca
esta que tanto conheço, compassiva, torturada, de trazer por casa.
A
alma que eu queria e devia ter...
Era
uma alma asselvajada, impoluta, nova, nova,
nova,
nova!

Uma maravilha de pintura e um poema lindíssimo!
ResponderEliminarTenha um bom dia!
Obrigado, Isabel!
ResponderEliminarObrigado, Isabel!
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