sábado, 21 de setembro de 2013

E aceitas ser roubado pela canalha que o Zé do Telhado repudiaria? Amochas, encolheste, choras fado, vais a Fátima, emborrachas-te com carrascão ou aguardente, discutes o idiota do Jesus e o futibol? Choras com o fado rasco, de falso chouriço... Aldrabaram-te durante séculos... e ficas quieto! E o teu país?... de aventureiros? Apodreces, tens fome...e aceitas. ACORDA!

O fim?


“Georges! anda ver meu país de Marinheiros
O meu país de Naus, de esquadras e de frotas!”

António Nobre, in

6 comentários:

  1. Amochar, não se amocha, mas as alternativas são poucas...e tentar remar contra a maré às vezes fica muito difícil!

    ResponderEliminar
  2. Manuel,
    Sempre atento e pertinente.
    Tenho tido mais trabalho mas hoje vim dar um beijinho e desejar um bom fim de semana!:))

    ResponderEliminar
  3. Isabel, tens razão, mas se fosse fácil... não estávamos assim. Um beijo.

    ResponderEliminar
  4. Ana, é sempre bem vinda e sempre generosa. Um beijo.

    ResponderEliminar
  5. Ana, é sempre bem vinda e sempre generosa. Um beijo.

    ResponderEliminar
  6. Isabel, tens razão, mas se fosse fácil... não estávamos assim. Um beijo.

    ResponderEliminar