“Vivemos no mundo em que vivemos”
justifica-se piláticamente, a assobiar para o lado, e com toda a lata de Chico Esperto, o
responsável pelo ME: o dr. Crato.
Não pega: as pessoas
estudam para corrigir e melhorar o mundo
em que vivem –não estudam para marcar passo, no mundo do crime organizado, do
capitalismo financeiro amoral, da sociedade partida em milionários e pobres.
Se é isso que o ME quer
acatar -a injustiça imposta aos professores e a desigualdade de oportunidades
imposta à juventude e tudo o resto que faz a infâmia da miséria em que vivemos e que envergonha o próprio mundo- só há uma solução:
correr com quem é
seguidor dessa pilatice e limpar e
recompor o ministério.
Notícia:

Não se importam com a vida das pessoas. já deixaram isso bem claro. só lhes importa os números.
ResponderEliminarIsabel, bom Domingo e... coragem!
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