quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Cavaco empurra raivosamente o país para a miséria das misérias



Nomeando Passos Coelho e, consequentemente, a chamada “Coligação”, para o governo do país, Cavaco, com evidente rancor e espuma de raiva, impede a real maioria, de exercer as funções que, obviamente e por escolha do eleitorado, lhes competem na Assembleia da República: o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista.

Isto é: nomeia 1ºministro o cabeça de uma coligação em minoria e afasta do poder uma coligação em maioria.

Cavaco não seguiu a Constituição e muito menos o bom senso: obedeceu ao ódio a quanto se situe à esquerda do "seu" neo-liberalismo caduco.    

Cavaco enche o papo e canta de galo…

…e a mudança -inevitável- da política de governo adia-se -atrasa-se.

Cavaco faz renda nas costas já estafadas do povo português.

Cavaco aproveita o minguado poder que lhe resta para retardar a vida dos portugueses que já tantas injustiças sofreram: não encontram trabalho, não conseguem sustentar-se a si e muito menos à família, e vêem-se obrigados a emigrar.

Cavaco, que tem os dias de presidente (felizmente já poucos) contados, “jogou à bisca” com os portugueses, com cartas falsas.

O pior Presidente que a República Portuguesa teve, desde 1910, deixa atrás de si uma péssima imagem, ainda mais medíocre e repulsiva do que se esperava.


(E não digo “imagem de triste figura” porque não quero ofender o Quixote de Cervantes.)       

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