"Barqueiros do Volga" 1871, óleo de Ilya Repin (1844-1930)
Claude Roy, no livro autobiográfico, Moi Je, que venho a citar, transcreve, sem dizer donde, estas palavras subtilmente arrepiantes do grande Tchekov:
“Nós não vemos nem ouvimos os que sofrem. Tudo quanto há de pavoroso na vida acontece algures, nos bastidores. O homem feliz sente-se bem porque os infelizes carregam o seu fardo em silêncio, e, sem ele, a felicidade seria impossível”.

Eu acho que não concordo com a frase, ou então não sei se estou a fazer uma leitura correcta. Não poderiamos ser felizes, se apenas pensassemos em toda a dor e infelicidade que há por esse mundo fora. Não devemos esquecê-la, mas isso não nos pode impedir a felicidade a que temos direito. Podemos fazer aquilo que é possível.
ResponderEliminarUm bom fim-de-semana
Isabel, o Tchekov não pensava como a Isabel pensa. Mas cada um pensa como pensa...
ResponderEliminarBom fim de semana!