de Max Ernest
Ao ler D. João e a
Máscara, peça de teatro de António Patrício*, topo estas linhas:
“D.João, para mim, é o
instintivo religioso, o amoral místico, o estranho irmão de Madalena e
Kundry**.”
E adiante:
“…um possesso de
eterno.”
Aqui vo-las deixo.
*in D.João e a Máscara::
Uma Fábula Trágica, Livraria Aillaud
e Bertrand, Lisboa, 1924
** Kundry, personagem violenta do Parsifal, de Wagner

Sem comentários:
Enviar um comentário