terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Amor e Eterno

de Max Ernest



Ao ler D. João e a Máscara, peça de teatro de António Patrício*, topo estas linhas:

“D.João, para mim, é o instintivo religioso, o amoral místico, o estranho irmão de Madalena e Kundry**.”

E adiante:

“…um possesso de eterno.”

Aqui vo-las deixo.



*in D.João e a Máscara:: Uma Fábula Trágica, Livraria Aillaud e Bertrand, Lisboa, 1924

** Kundry, personagem violenta do Parsifal, de Wagner

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