Aquilino Ribeiro (13 de Setembro de 1885-27 de Maio de 1963), por Vasco
A LIBERDADE DO ESCRITOR
A LIBERDADE DO ESCRITOR
“Muito
divago sobre a minha missão de escritor. Como tudo nesta Mundo é, na minha
opinião, desprovido de finalidade e talvez até de senso, não é fácil assinalar
um fim ao escritor. Que realize o mundo de beleza que traz, em si, e é já
alguma coisa. Quanto ao mais que seja o que lhe apetecer, desde que não arme em
fariseu, e não esteja nunca contra os simples, de braço dado com os trafulhas,
nem contra os fracos de brçao dado com os poderosos. Nada me fará sacrificar
aos gostos nem aos caprichos do público.”
texto de Aquilino
Ribeiro, citado por Manuel Mendes in a
Obra e o Homem, Aquilino, Editora Arcádia, Lisboa, Maio de 1960

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