quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tudo passa mas nada se apaga... Maria Schell (1925-2005)














Esta actriz admirável de uma beleza especial, doce, romântica, espontaneamente dramática, subtil, inteligente, vibrante encantou o adolescente que iniciava a carreira de romântico incurável –“o último romântico”-, tal qual o definiria, muitos anos depois, Nathan Zach, em Tel Aviv, quando da apresentação da long short story, traduzida para hebraico, A Mulher Nua.

Maria Schell arrebatou, muitas vezes, o adolescente de treze, catorze anos, de coração apertado, apaixonado, sentado na plateia do velho e desaparecido Cineteatro da Guarda.

Fez de mim um chafariz de lágrimas e trouxe-me o sonho; consolidou, definitivamente, o sonho que há muito fervia em mim.

“Tudo passa, mas, na memória nada se apaga.”, gostava de dizer minha Mãe.

E é verdade, nada se esquece.

Nada daquilo que ajudou a formar a alma de cada um. 

Nota:

http://en.wikipedia.org/wiki/Maria_Schell

2 comentários:

  1. Era uma actriz muito bonita e eram filmes únicos!

    Um beijinho grande :)

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  2. Isabel, era uma mulher de grande beleza e doçura apaixonante. Nunca mais a esqueci.

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