Esta actriz admirável
de uma beleza especial, doce, romântica, espontaneamente dramática, subtil, inteligente, vibrante encantou o
adolescente que iniciava a carreira de
romântico incurável –“o último romântico”-, tal qual o definiria, muitos anos depois, Nathan Zach, em
Tel Aviv, quando da apresentação da long
short story, traduzida para hebraico, A
Mulher Nua.
Maria Schell arrebatou,
muitas vezes, o adolescente de treze, catorze anos, de coração
apertado, apaixonado, sentado na plateia do velho e desaparecido Cineteatro da Guarda.
Fez de mim um
chafariz de lágrimas e trouxe-me o sonho; consolidou, definitivamente, o sonho
que há muito fervia em mim.
“Tudo passa, mas, na
memória nada se apaga.”, gostava de dizer minha Mãe.
E é verdade, nada se
esquece.
Nada daquilo que ajudou
a formar a alma de cada um.
Nota:
http://en.wikipedia.org/wiki/Maria_Schell






Era uma actriz muito bonita e eram filmes únicos!
ResponderEliminarUm beijinho grande :)
Isabel, era uma mulher de grande beleza e doçura apaixonante. Nunca mais a esqueci.
ResponderEliminar