Par Ímpar, 1916, óleo de Amadeo de Souza Cardoso (1887-1916)
Destino
Irmão
navegante,
a
sereia que procuras –teu destino,
um
dia,
saída
em choro do teu sangue,
podes
tê-la
música
na onda em que ressurja o brilho do luar
e
onde na água do escuro haja uma estrela!
Poemas
de Edmundo de Bettencourt, Assírio & Alvim, 1999, com Introdução de Herberto Helder, datada de
1963 (já publicada pela Portugália Editora, nesse ano), e acrescentada com
três magníficas páginas a completá-la
Edmundo de Bettencourt
É um belo momento de poesia e pintura.
ResponderEliminarUm beijinho :)