sábado, 24 de outubro de 2015

As paixões de Cavaco




Os gambozinos...

É do conhecimento público o amor que tem Cavaco aos bichos.

Especialmente o seu amor às vacas e a alegria que expressa quando vê esses animais nossos amigos deixarem-se, com grande gozo, serem mungidos, sobretudo quando por robôs.

Ora dizem por aí que Cavaco lançará um governo de gestão -8,9 meses sem orçamento e sem trabalho de importância, o Zé povinho a gemer de desemprego e fome e doenças por tratar-, caso a esquerda corra à vassourada o governo que Coelho, recem biprimeiro ministro, deverá apresentar à Assembleia.

Cavaco recorrerá, imediatamente, à bicharada e mandará para o palco da Assembleia uma equipa -o tal governo de gestão- à cata de gambozinos.



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

OXALÁ ACONTEÇA O QUE DEVE ACONTECER E SÓ A MESQUINHEZ DE CAVACO PÕE EM DÚVIDA!


in Público de hoje

A MUDANÇA INEVITÁVEL, URGENTE E DESEJADA

Um grande passo em frente na a mudança incontornável e urgente: um governo de esquerda!

FERRO RODRIGUES ELEITO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA


Estranha democracia portuguesa: Cavaco espuma: "Proíbo governos de esquerda!!!"


"Já disse! Não sabem ler os sinais de trânsito?!"


Cavaco e a democracia: incompatibilidade...


É urgente defender a República ameaçada pela irresponsabilidade de um Presidente que se entrega aos ódios pessoais

  • Costa diz que Cavaco foi "afrontoso". O PS não recebe "lições do professor Aníbal Cavaco Silva"
António Costa decidiu fazer uma curta declaração para atirar ao Presidente da República. Disse Costa que é “inaceitável” que o Presidente tenha colocado um conjunto de condições e que tenha querido excluir PCP e BE. Mas mais, disse o líder do PS que o partido “não recebe lições”:
“O modo afrontoso com que o Presidente da República se refere ao PS impõe-nos recordar que a história regista. Os socialistas nenhuma lição têm a receber do professor Aníbal Cavaco Silva quanto à construção e à defesa dos fundamentos do nosso regime democrático”.
Na declaração que fez aos jornalistas sem direito a perguntas, o secretário geral do PS falou em três pontos “inaceitáveis” da posição do Presidente:

1 – A criação de uma crise política – Para António Costa, com esta decisão “incompreensível” de dar posse a Passos Coelho sabendo de antemão que este não tem maioria no Parlamento, “cria uma crise política inútil, que adia a entrada em funções de um governo maioritário que assegure a estabilidade política”;

2- A exclusão dos partidos da esquerda – “É inaceitável o conjunto de condições presentadas pelo Presidente da República. É inaceitável que exclua do diálogo político um conjunto de partidos que represente democraticamente cerca de um milhão de portugueses e pretende limitar os direitos constitucionais proibindo-os de participarem ou apoiando soluções governativas”;

3 – Que “usurpe” as competências da Assembleia da República –“É inaceitável que procure antecipar a apreciação de um programa de Governo, usurpando uma competência exclusiva da Assembleia da República, para mais pretendendo confundir o que será o programa de governo, com os legítimos programas dos partidos que o participem ou venham a apoiar”, disse.
Na declaração, Costa lembrou ainda que “é inaceitável que o Presidente ponha em causa a imagem internacional de Portugal e a serena estabilidade com que os mercados têm acompanhado a situação política nacional”.
PS diz que se Cavaco não der posse a Governo de esquerda "se coloca à margem da democracia"
Foram quase quatro horas de reunião para seis páginas de comunicado. A Comissão Política do PS decidiu aprovar um comunicado (votado por quase unanimidade só com duas abstenções) onde da primeira à última linha responde ao Presidente da República. Os socialistas dizem que o que Cavaco fez foi “contraditório” e que não recebem lições do Presidente. Caso Cavaco insista em não dar posse a um governo de esquerda, sentenciam: “Coloca-se à margem da democracia”.
“Pode, por isso, o PR ter a legitimidade formal de convidar primeiro e, uma vez mais, Passos Coelho, para constituir governo, mas, cabendo ‘à Assembleia da República’ a ‘última palavra’ terá o PR que a respeitar nas dimensões negativa e positiva das suas decisões, sob pena de se colocar à margem da democracia”.
No comunicado final, os socialistas dizem que “o PS não recebe lições do PR e da direita portuguesa sobre o seu compromisso histórico em ambas essas opções, às quais sempre esteve, e continua a estar, ligado de forma determinante”, lê-se sobre os compromissos externos.
Os socialistas até “entendem” que o Presidente tenha dado posse a Passos Coelho, apesar de não “concordarem”, contudo defendem que o Presidente se colocou como “oponente” a uma solução.
“Não é atendível em democracia que o PR, porém, para além dessa processualidade que só fará o País perder tempo, se constitua como oponente à vontade de um conjunto maioritário de eleitores que extravasa em perto de 1 milhão os que apoiaram a coligação de direita”.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Cavaco empurra raivosamente o país para a miséria das misérias



Nomeando Passos Coelho e, consequentemente, a chamada “Coligação”, para o governo do país, Cavaco, com evidente rancor e espuma de raiva, impede a real maioria, de exercer as funções que, obviamente e por escolha do eleitorado, lhes competem na Assembleia da República: o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista.

Isto é: nomeia 1ºministro o cabeça de uma coligação em minoria e afasta do poder uma coligação em maioria.

Cavaco não seguiu a Constituição e muito menos o bom senso: obedeceu ao ódio a quanto se situe à esquerda do "seu" neo-liberalismo caduco.    

Cavaco enche o papo e canta de galo…

…e a mudança -inevitável- da política de governo adia-se -atrasa-se.

Cavaco faz renda nas costas já estafadas do povo português.

Cavaco aproveita o minguado poder que lhe resta para retardar a vida dos portugueses que já tantas injustiças sofreram: não encontram trabalho, não conseguem sustentar-se a si e muito menos à família, e vêem-se obrigados a emigrar.

Cavaco, que tem os dias de presidente (felizmente já poucos) contados, “jogou à bisca” com os portugueses, com cartas falsas.

O pior Presidente que a República Portuguesa teve, desde 1910, deixa atrás de si uma péssima imagem, ainda mais medíocre e repulsiva do que se esperava.


(E não digo “imagem de triste figura” porque não quero ofender o Quixote de Cervantes.)       

As razões dos desesperos


in Público de hoje