quinta-feira, 11 de setembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Que utilidade tem querer saber o sentido da Vida?



"De onde vimos, quem somos e para onde vamos?", obra de Paul Gauguin

Leio, em tradução italiana da rigorosa e inteligente Lavinia Mazzuchetti, a última e póstuma obra de Stefan Zweig, Il Mondo Di Ieri -O Mundo De Ontem-, edições Oscar Mondadori,  1994 e deparo com o seguinte:

na juventude de Zweig, finais do século XIX, estudava-se, na Austria –e cito- “cultura geral”, ou seja as língua vivas, francês, inglês, italiano, além do grego e do latim”.

Onde isso vai, por cá? Francês. Latim, grego, para referir só essas línguas que, ainda ontem se estudavam?

Que eu estudei, nos anos 50 e muitos outros estudaram até bem pouco tempo!

Hoje, nem pensar nisso.

Hoje, estuda-se o prático, um inglês mais ou menos inglês e matérias que sirvam.

Que sirvam a quem e para quê?

Para enriquecer empresas e empresários, para fazer dinheiro…

Cultura geral?

Que disparate!

Perda de tempo…

Estudava-se para perceber, para tentar perceber o sentido da vida, de estarmos aqui, de haver vida e morte…

A frase que Gauguin eternizou em arte: “de onde vimos, quem somos, e para onde vamos?”

Tolo, o Gauguin…

Hoje, dá ideia que sentido é uma palavra tão absurda e gratuita como cultura… Andar à volta dessas coisas é perder tempo, jogar ao berlinde…

Que dinheiro dá? 

Obra dos últimos anos


"Noram Castle sunrise", c. 1835-1840, obra de William Turner

Uma exposição preciosa: os últimos trabalhos de William Turner


De 10 de Setembro de 2014 a 25 de Janeiro de 2015

Bom dia, na Beira Alta, com este genial António Menano, nascido em Fornos de Algodres, a dois passos de Celorico da Beira

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Hoje é o Dia da Alfabetização


E o governo português? Prefere o eterno dia da analfabetitazão?