sexta-feira, 11 de julho de 2014

As amigas


"Meninas à janela", s.d., Mily Possoz

Notícia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mily_Possoz

Retrato da artista

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Passam, hoje, 14 anos, sobre morte de António Lopes Cardoso, "a cara lavada do 25 de Abril" na opinião -certa- de Artur Portela

António Lopes Cardoso (1933-2000)

Estas palavra de Camus assentam como luva em António Lopes Cardoso: coragem, sinceridade e sacrifício pelo bem dos outros -pela viva viva: 

“Há um tempo para viver e um tempo para testemunharmos que vivemos. É suficiente, para mim, viver com todo o meu corpo e testemunhar com todo o meu coração.”

Albert Camus in Noces à Tipasa

A estrada


Par Ímpar, 1916, óleo de Amadeo de Souza Cardoso (1887-1916)

Destino

Irmão navegante,
a sereia que procuras –teu destino,
um dia,
saída em choro do teu sangue,
podes tê-la
música na onda em que ressurja o brilho do luar
e onde na água do escuro haja uma estrela!


Poemas de Edmundo de Bettencourt, Assírio & Alvim, 1999, com Introdução de Herberto Helder, datada de 1963 (já publicada pela Portugália Editora, nesse ano), e acrescentada com três magníficas páginas a completá-la   



Edmundo de Bettencourt