sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O GRANDE ROUBO


Este ano e os largos meses do próximo, em que a pandilha de  Passos & Cia continuará no governo, abençoado pelo maquiavel à moda de Boliqueime, vão consolidar o roubo iniciado em 2011.

Já querem mamar mais no fabuloso Imposto Extraordinário de Solidariedade, começando por liquidar aposentados e reformados, isto é, acabarem com os velhos e, continuando a meter a faca na carteira dos outros, queira ou não queira o TC.

Este ano e os mais muitos meses do seguinte são a última oportunidade de encherem, até transbordar, a burra, ou seja, o cofre de cada um deles.

Se não gostas de ouvir e assobias para o lado, todo FFF (Fado Futebol e Fátima), depois não te queixes da fome, da miséria, da desgraça!  

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A face pura

Se não olhares hoje, cara a cara, a realidade em que nos enterram... olhas amanhã ou depois de amanhã... mas vais ter de olhar enquanto não disseres BASTA!

in Expresso de 28/12/13

A Carta de Bruges

Infante D. Pedro



Carta enviada de Bruges, pelo Infante D. Pedro a D. Duarte, em 1426, resumo feito por Robert Ricard e constante do seu estudo «L’Infant D. Pedro de Portugal et “O Livro da Virtuosa Bemfeitoria”», in Bulletin des Études Portugaises, do Institut Français au Portugal, Nova série, tomo XVII, 1953, pp. 10-11).

«O governo do Estado deve basear-se nas quatro virtudes cardeais e, sob esse ponto de vista, a situação de Portugal não é satisfatória.                                                           
A força reside em parte na população; é pois preciso evitar o despovoamento, diminuindo os tributos que pesam sobre o povo.                                                          
Impõem-se medidas que travem a diminuição do número de cavalos e de armas.
É preciso assegurar um salário fixo e decente aos coudéis, a fim de se evitarem os abusos que eles cometem para assegurar a sua subsistência.                                                          
É necessário igualmente diminuir o número de dias de trabalho gratuito que o povo tem de assegurar, e agir de tal forma que o reino se abasteça suficientemente de víveres e de armas; uma viagem de inspeção, atenta a estes aspetos, deveria na realidade fazer-se de dois em dois anos.
A justiça só parece reinar em Portugal no coração do Rei [D. João I] e de D. Duarte; e dá ideia que de lá não sai, porque se assim não fosse aqueles que têm por encargo administrá-la comportar-se-iam mais honestamente.                                                          
A justiça deve dar a cada qual aquilo que lhe é devido, e dar-lho sem delonga.
É principalmente deste último ponto de vista que as coisas deixam a desejar: o grande mal está na lentidão da justiça.                                                          
Quanto à temperança, devemos confiar sobretudo na ação do clero, mas ele [o Infante D. Pedro] tem a impressão de que a situação em Portugal é melhor do que a dos países estrangeiros que visitou.                                                          
Enfim, um dos erros que lesam a prudência é o número exagerado das pessoas que fazem parte da casa do Rei e da dos príncipes.
De onde decorrem as despesas exageradas que recaem sobre o povo, sob a forma de impostos e de requisições de animais.                                                          
Acresce que toda a gente ambiciona viver na Corte, sem outra forma de ofício.»

Quem foi o Infante D. Pedro:

http://cfidp.esgc.pt/file.php/1/Microsoft_Word_-_INFANTE_D_PEDRO.pdf

Luta pelo Novo Ano que chegou!


2014: um ano crucial -mas tem presente: todos os dias são cruciais!

Mudaste de calendário: agora já não é o de 2013, nem de 2012, nem de 2011. 

Mas poderá continuar a ser o mesmo, isto é: mais um ano de carnificina social, de assassinato do Estado Providência, de massacre da Cultura, de destruição do Ensino, do apagar do Serviço Nacional de Saúde, do desemprego e da fome, da miséria, da desertificação humana do país… e da emigração forçada.

Poderá, com certeza, prosseguir o genocídio, emblema do governo medíocre mas feroz que nos vem sufocando e liquidando, há quase três anos.

E isso acontecerá, se tu não reagires, se tu não arrebitares, se tu não lutares por ti e pelos outros.

A Pátria exangue -que é a tua, que és tu, que somos todos nós- está nas tuas e nas nossas mãos.


Salva-a!

 Duarte de Almeida, "o decepado", na batalha de Toro