Mas ele tem, para mim, uma vantagem sobre os vencedores a que a Academia Sueca nos habituou: ao contrário da maioria dos últimos escolhidos, nem o distinguiram razões políticas nem o facto de pertencer a um país mais ou menos desconhecido.
É um poeta –cai bem a quem nasceu e cresceu num país de poetas, de grandes e geniais poetas -Portugal- jamais coroados com o Nobel que mereciam e merecem, apesar de serem esses realmente capazes de honrar a nossa Literatura e estarem à altura do prémio.
Vou ler Transtömer com redobrada simpatia.






