Samuel Joseph Agnon (1888-1970), fotografia de David Rubinger
Hoje, dizem, será atribuído o Prémio Nobel de 2016.
E lembrei-me de um Nobel, S.J. Agnon, um israelita cujo
romance Ontem e Anteontem me
deslumbrou em Outubro de 1996, há vinte anos. Acabara de tomar posse, do meu
lugar diplomático, dois meses antes.
É um dos melhores romances que li até hoje.
Depois, li outros livros de Agnon.
E venho aconselhar-vos que o procurem –em português, em
inglês, em francês… na língua que vos convenha.
Abrir-se-à, diante de vós, um mundo apaixonante.


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