quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Fim de 2014: festejamos dentro de uma casa abatida onde continua o mau governo, o roubo, a mentira, o cinismo e o multiplicar da miséria, da fome e da humilhação

Em ruínas 


Hoje, acaba um dos piores –ou o pior- de três anos (e meio) funestos da História da segunda república portuguesa.

E, até às eleições legislativas, não creio que venha a ser melhor.

Desde 21 de Junho de 2011, Portugal viu-se governado por Pedro Passos Coelho; viu-se nas mãos de um primeiro-ministro medíocre e ultra-liberal.

Continuava, entretanto, sob o mando condicionado, é certo, mas mesquinho, daquele que ficará na nossa História como o pior presidente da república portuguesa –-e juntamos todos, desde o 5 de Outubro de 1910-: Aníbal Cavaco e Silva (reeleito, em 23 de Janeiro de 2011).

A esses dois homens devemos o Portugal destruído, empobrecido, vendido, abandonado, em que vivemos hoje.

Os anos que enterramos, às 24 horas de hoje, foram anos tenebrosos.

Amanhã, renascerá a esperança de virmos a ter, no final de 2015, à frente de Portugal, gente honesta e capaz –e, infelizmente só em 2016, um presidente da república que não nos envergonhe.

Oxalá isso aconteça.


4 comentários:

  1. Manuel, parece que ainda vamos penar mais uns tempos!
    Gostava de ser optimista, mas não é fácil...
    2015 não será um bom ano!
    Aguentemos firmes!

    Beijinhos.:)

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  2. Cláudia, tem razão, querida Cláudia! E tem também quando aponta para um 2015 infeliz: esta pandilha amoral e safada vai roubar tudo quanto possa! Beijos.

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  3. Há que manter a esperança...e a alegria, apesar de tudo!

    Um bom 2015, dentro do que nos deixam ser possível:)

    Um beijinho grande:)

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  4. Isabel, os homens vivem tão mal que esse viver se tornou insuportável e eles encontrarão uma saída para a liberdade e para a justiça! Bom ano 2015!

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