Em ruínas
Hoje, acaba um dos piores –ou o pior- de três anos (e meio) funestos
da História da segunda república portuguesa.
E, até às eleições legislativas, não creio que venha a ser
melhor.
Desde 21 de Junho de 2011, Portugal viu-se governado por Pedro
Passos Coelho; viu-se nas mãos de um primeiro-ministro medíocre e
ultra-liberal.
Continuava, entretanto, sob o mando condicionado, é certo,
mas mesquinho, daquele que ficará na nossa História como o pior presidente da república
portuguesa –-e juntamos todos, desde o 5 de Outubro de 1910-: Aníbal Cavaco e
Silva (reeleito, em 23 de Janeiro de 2011).
A esses dois homens devemos o Portugal destruído,
empobrecido, vendido, abandonado, em que vivemos hoje.
Os anos que enterramos, às 24 horas de hoje, foram anos
tenebrosos.
Amanhã, renascerá a esperança de virmos a ter, no final de
2015, à frente de Portugal, gente honesta e capaz –e, infelizmente só em 2016,
um presidente da república que não nos envergonhe.
Oxalá isso aconteça.

Manuel, parece que ainda vamos penar mais uns tempos!
ResponderEliminarGostava de ser optimista, mas não é fácil...
2015 não será um bom ano!
Aguentemos firmes!
Beijinhos.:)
Cláudia, tem razão, querida Cláudia! E tem também quando aponta para um 2015 infeliz: esta pandilha amoral e safada vai roubar tudo quanto possa! Beijos.
ResponderEliminarHá que manter a esperança...e a alegria, apesar de tudo!
ResponderEliminarUm bom 2015, dentro do que nos deixam ser possível:)
Um beijinho grande:)
Isabel, os homens vivem tão mal que esse viver se tornou insuportável e eles encontrarão uma saída para a liberdade e para a justiça! Bom ano 2015!
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