"O chá da manhã", 1917, óleo de Igor Grabac (1871-1960)
segunda-feira, 9 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Louise Brooks: um ícone dos anos 20
Louise Brooks, aos 16 anos
Desta adolescente, ícone dos "anos loucos", que Francis Scott Fitzgerald viveu, descreveu e analisou (e sofreu), disse, um grande crítico cinematográfico francês, Henri Langlois:
"Não existe Garbo [Greta], não existe Dietrich [Marlène], existe Louise Brooks! A sua arte é tão pura que se torna invisível!"
Queres saber em quem se transformou a rapariguinha de 1922? Abre este link:
http://theselvedgeyard.wordpress.com/2011/02/08/the-original-it-girl-of-the-1920s-the-allure-of-louise-brooks/
ou este:
http://www.imdb.com/name/nm0000315/mediaindex
ou este:
http://www.imdb.com/name/nm0000315/mediaindex
O impressionismo russo
"Rapariga com pêssegos, retrato de Vera Mamontova"", 1887, óleo de Valentin Serov (1865-1911)
Quem era Serov?:
http://en.wikipedia.org/wiki/Valentin_Serov
Quem era Serov?:
http://en.wikipedia.org/wiki/Valentin_Serov
sábado, 7 de julho de 2012
João Semana trocou a mula pelo avião a jacto. Olha, amigo, diz adeus ao SNS...
Adeus, Doutor! Adeus, querido João Semana... E tens razão: nem te dão condições para exerceres o teu ofício, nem te pagam para viver dignamente!
"Há dezenas de médicos a emigrar por causa das medidas do governo"
"Há dezenas de médicos a emigrar por causa das medidas do governo"
"Sabe quantos já emigraram?
Não temos estatísticas, mas estão a emigrar às
dezenas. E cada vez mais. Os jovens que estão a terminar os cursos começam a
procurar activamente vias profissionais na Europa, Estados Unidos, Austrália,
Canadá, até para fazerem a especialidade. Esta era uma realidade que não
acontecia, excepto em situações pontuais. E agora está-se a transformar numa
realidade diária."
in Público de hoje, entrevista ao bastonário da Ordem dos Médicos
Na Líbia, vota-se hoje...
Depois da Total e a BP palmarem o petróleo, França e Inglaterra, NATO & etc -"as democracias"- entregaram os líbios à bicharada...
Que não é pouca... nem pacífica.
La Stampa, o excelente diário italiano, escolheu para esse evento um título que é uma jóia jornalística:
Il primo voto nel paese che non c'è
Tradução:
O primeiro voto no país que não existe
E acrescenta La Stampa:
"Islamistas, nacionalistas e clãs, defrontam-se, numa nação fragmentada, onde o poder central não controla as milícias locais."
As democracias ocidentais foram à Líbia oferecer uma liberdade macabra:
a de se matarem uns aos outros.
Bem longe dos poços de petróleo e dos portos estratégicos -obviamente.
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