sábado, 6 de agosto de 2016

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Bom dia... no Verão...


"Verão", por Alphonse Mucha

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Portugal ressuscitado



O governo entra hoje no nono mês.

Portugal modificou-se.

O novo governo vai recuperando e melhorando Portugal, tanto quanto pode e depois de tomar as rédeas de um país assaltado e violentado pela banda de Coelho que durou 4 anos e meio e entregou uma casa sem telhado, de vidros partidos, de portas rebentadas.

É muito difícil reconstruir uma casa nesse estado.

Durante 4 anos e meio, o país foi vendido e o que restava quase destruído.

Nunca e em tão pouco tempo se fez tanto mal.

Basta perguntar pela Saúde, pelo Ensino, pelos trabalhadores e pelos reformados.

Basta olhar para o abandono da pátria a que se viram obrigados, para poderem trabalhar e comer, exercer as funções que tinham aprendido, centenas e centenas de milhares de portugueses.

Hoje, o governo ainda não pode garantir a nenhum a vantagem de regressar à pátria.

Hoje, o governo não pode mudar o país de um dia para o outro.

Em 4 anos e meio, o grupo de Coelho, com o apoio de Cavaco, esfarrapou Portugal.

De pobre ou frágil, Portugal passou a paupérrimo.

Apesar de tudo, o governo de António Costa, apoiado pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP, já recompôs muita coisa. Não tudo, evidentemente impossível de reconquistar em 9 meses.

É fácil deitar a baixo uma casa, é muitíssimo difícil levantá-la.

Confucius deixou este conselho:

“é preciso preparar-se ao pior, esperar o melhor e agarrar o que vai vindo”.

Tantos séculos depois, cabe-nos seguir o que Confucius escreveu.

E a luta -muito dura, muito difícil- é devolver aos portugueses o que aos portugueses pertence.