sábado, 6 de agosto de 2016
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terça-feira, 2 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Portugal ressuscitado
O governo entra hoje no nono mês.
Portugal modificou-se.
O novo governo vai recuperando e melhorando Portugal, tanto
quanto pode e depois de tomar as rédeas de um país assaltado e violentado pela
banda de Coelho que durou 4 anos e meio e entregou uma casa sem telhado, de
vidros partidos, de portas rebentadas.
É muito difícil reconstruir uma casa nesse estado.
Durante 4 anos e meio, o país foi vendido e o que restava
quase destruído.
Nunca e em tão pouco tempo se fez tanto mal.
Basta perguntar pela Saúde, pelo Ensino, pelos trabalhadores
e pelos reformados.
Basta olhar para o abandono da pátria a que se viram
obrigados, para poderem trabalhar e comer, exercer as funções que tinham
aprendido, centenas e centenas de milhares de portugueses.
Hoje, o governo ainda não pode garantir a nenhum a vantagem
de regressar à pátria.
Hoje, o governo não pode mudar o país de um dia para o outro.
Em 4 anos e meio, o grupo de Coelho, com o apoio de Cavaco,
esfarrapou Portugal.
De pobre ou frágil, Portugal passou a paupérrimo.
Apesar de tudo, o governo de António Costa, apoiado pelo
Bloco de Esquerda e pelo PCP, já recompôs muita coisa. Não tudo, evidentemente
impossível de reconquistar em 9 meses.
É fácil deitar a baixo uma casa, é muitíssimo difícil
levantá-la.
Confucius deixou este conselho:
“é preciso preparar-se
ao pior, esperar o melhor e agarrar o que vai vindo”.
Tantos séculos depois, cabe-nos seguir o que Confucius
escreveu.
E a luta -muito dura, muito difícil- é devolver aos
portugueses o que aos portugueses pertence.
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