Obra de Umberto Boccioni (1882, Reggio Calabria-1916, Verona)
“…quando aperto com força a tua mão e olho para ela, vejo que nada é
estranho e que tudo é claro e belo.”
in carta de Scipio Slataper a
Anna Pulitzer, Trieste, 8 de Fevereiro de 1910




