quarta-feira, 20 de junho de 2012

Joana Vasconcelos e a critíca francesa

Joana Vasconcelos em Versailles


Instalação da artista no Palácio de Versailles

 Ler:

Os mistérios de Lisboa



E foi um artigo no El País, que me chamou a atenção para esse livro. É capaz de valer a pena.


Ler:
http://blogs.elpais.com/rua-lisboa/2012/06/cuando-lisboa-era-casablanca.html

Um grande poeta à mão de semear

Uma 1ª edição preciosa: como sempre acontece com os livros que nunca encontramos, na fabulosa Livraria Lumière: não o deixes fugir!

O modo de sair da crise, segundo os que comandam

Erlich in El País de hoje

"O sistema financeiro explicado às crianças"

O artigo do dia: o "Código da Escravatura", a UGT e o socialismo a fingir

O futuro dos nossos trabalhadores


Seis meses depois


Por Manuel António Pina

Seis meses depois de lhe ter dado o seu aval, aprovando despedimentos fáceis e baratos, menores indemnizações, subsídios de desemprego mais baixos e durante menos tempo, menor retribuição das horas de trabalho, menos dias de férias, menos feriados, limitação da acção sindical, etc., a UGT parece ter descoberto, agora que o Código dos Despedimentos (é um eufemismo continuar a chamar-lhe Código do Trabalho) foi promulgado, que tudo isso "é ma[u], nomeadamente por pôr em causa o valor dos salários e do trabalho extraordinário".

Entretanto, ficou para as calendas a viril ameaça feita há três meses pela mesma central de denúncia do Acordo de Concertação Social se o Governo, em vez de só se preocupar com "a desregulação laboral e a redução das prestações sociais", não activasse o previsto "Compromisso para a Competitividade, Crescimento e Emprego". Na altura, João Proença lamentava já que o Governo andasse a negociar "medidas no âmbito do memorando da troika que [iam] contra o Acordo".

E, contudo, João Proença não pode queixar-se de ter sido enganado. Passos Coelho avisara: "Temos que dar um passo atrás para dar dois à frente". O passo atrás oferecido a Proença em troca do seu acordo a 200 passos em frente no sentido da desregulação laboral foi ceder na meia hora de trabalho diário. O que, decerto por acaso, era uma exigência do patronato.

Transcrito, com a devida vénia, de Jornal de Notícias de hoje

A despedida da primavera

Óleo de Joaquin Sorolla (1863-1923)




Abrir:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaqu%C3%ADn_Sorolla

terça-feira, 19 de junho de 2012

20 poderosos estudam o futuro do Mundo e da Europa

Rascunho de um comunicado do G20


"-Heureca! Descobri agora mesmo um novo cliché para a Grécia!


in The Guardian de hoje