domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Diz Cavaco
"A situação actual do nosso país não é uma fatalidade".palavras do homem, segundo o Público de hoje
A fatalidade é ele.
p.s. eu não sei o que é que este homem queria dizer, há anos que não o entendo; fala mal. Baba-se. Enrola-se.
Mas certamente não pensava na crise do mundo dele: a do neo-capitalismo, a da banca que faliu e nos pede que lhe reponhamos o dinheiro que nos roubou e lhes falta: o que nos tirou.
Cavaco é uma coisa algarvia. Da lota. E, além desse horizonte, não vai.
E por isso é que perdemos, nos anos 80/90, as ajudas da União Europeia.
Era mais importante do que distribuir atum a quem não tinha dinheiro para o comprar, distribuir produtivamente os euros que iam chegando de Bruxelas.
O homem de Boliqueime não percebeu.
Percebe pouco. Muito pouco. Demasiado pouco.
No dia seguinte: sempre! Agora mesmo!
Tudo correu bem ( os amigos sabem o que correu bem) e lá continuaremos a viagem que começou em Julho de 1957, contra ventos e marés. Foi uma felicidade que Deus me deu.
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