quinta-feira, 22 de maio de 2014

Uma vitória a sério -eis o que urge e abre as portas à liberdade, à igualdade e à fraternidade


Vamos defender a República do assalto da ultra-direita que a tenta destruir! 

Domingo, às 19 horas, saberemos a distância que separa o PS da coligação PSD/CDS.

É um resultado muitíssimo importante: traduzirá a dimensão da confiança (e esperança) que o povo português tem no PS.

E traduzirá o nível da consciência cívica do povo português, vítima evidente de um péssimo governo da coligação PSD/CDS, que, ao longo de 3 anos e meio arrastou tudo e todos para o descalabro e miséria; para o desemprego e emigração galopantes; para a carência de quadros em aumento assustador; para a destruição do Estado Social, do SNS, da Educação, da Cultura.

Como escreveu Antero de Quental, em 1988, e aqui citei há cinco dias, sofre o povo português de encarnar o “facto comatoso de uma alma colectiva”?

Será que a ignorância que desesperou, ao longo de séculos, tanto homem esclarecido, do infante D.Pedro, assassinado em Alfarrobeira, a Sá de Miranda em carta a D.João III; a Luís de Camões, após a catástrofe de Alcácer Quibir; à geração de 70; aos homens de Seara Nova…, etc., etc.? Será que essa pestilenta ignorância não despegou e continua a vencer as tentativas de arrancar este povo ao coma devorador?

Antes dos mais, deverá responder pelo resultado do PS -o maior partido da oposição e da esquerda- o seu actual secretário-geral, António José Seguro.

E chamado à pedra.

Porque se a vantagem do PS não passar de um “quase nada” ameaçará, será... nada ou um desastre que anunciará, tragicamente, outro, nas eleições legislativas do ano que vem, 2015. 

Ou seja: porá, seriamente, em dúvida o fim do governo de Passos, a mudança, desejo de todos nós -e que não pode apodrecer num sonho tem de se concretizar numa realidade. 

E mudança radical: nada de bolinhos doces -ou adiar-se-ia a salvação da Pátria. 

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