Vamos defender a República do assalto da ultra-direita que a tenta destruir!
Domingo, às 19 horas,
saberemos a distância que separa o PS da coligação PSD/CDS.
É um resultado muitíssimo
importante: traduzirá a dimensão da confiança (e esperança) que o povo
português tem no PS.
E traduzirá o nível da
consciência cívica do povo português, vítima evidente de um péssimo governo da
coligação PSD/CDS, que, ao longo de 3 anos e meio arrastou tudo e todos para o
descalabro e miséria; para o desemprego e emigração galopantes; para a carência
de quadros em aumento assustador; para a destruição do Estado Social, do SNS,
da Educação, da Cultura.
Como escreveu Antero de
Quental, em 1988, e aqui citei há cinco dias, sofre o povo português de encarnar o “facto comatoso de uma alma colectiva”?
Será que a ignorância
que desesperou, ao longo de séculos, tanto homem esclarecido, do infante
D.Pedro, assassinado em Alfarrobeira, a Sá de Miranda em carta a D.João III; a
Luís de Camões, após a catástrofe de Alcácer Quibir; à geração de 70; aos
homens de Seara Nova…, etc., etc.? Será que essa pestilenta ignorância não
despegou e continua a vencer as tentativas de arrancar este povo ao coma devorador?
Antes dos mais, deverá
responder pelo resultado do PS -o maior partido da oposição e da esquerda- o
seu actual secretário-geral, António José Seguro.
E chamado à pedra.
Porque se a vantagem do
PS não passar de um “quase nada” ameaçará, será... nada ou um desastre que anunciará, tragicamente, outro, nas eleições legislativas
do ano que vem, 2015.
E mudança radical: nada
de bolinhos doces -ou adiar-se-ia a salvação da Pátria.

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