"Antero de Quental", retrato a óleo de Luís de Meneses (!820-1878)
“Perdoe-me
esta fraqueza, pois talvez o seja, mas não posso vencer a repugnância ou
desgosto que me afasta dos assuntos contemporâneos portugueses. (…) Forças
invencíveis, históricas, políticas, morais, determinaram este facto lúgubre do
estado comatoso de uma alma colectiva.”
Antero de Quental em carta
a Fernando Leal, Vila do Conde, 11 de Janeiro de 1888, publicada in Obras Completas, Cartas II, Universidade
dos Açores, Editorial Comunicação, 1989

Não sei se a história se repete ou se andamos há séculos nesta espécie de letargia, mas que está actual, está!
ResponderEliminarBom fim-de-semana !
Isabel, andamos há séculos em estado de coma! Passivos, hesitantes, desconfiados... Um desastre! Bjs.
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