quarta-feira, 20 de junho de 2012

A Grécia não votou a continuidade da austeridade: votou a urgência da revisão das condições impostas pela Troika

Antonis Samarás (Nova Democracia) toma posse do cargo de primeiro ministro, num governo de coligação que junta à Nova Democracia (conservadores) dois partidos de esquerda

"Renegociação com a Troika das condições do resgate da Grécia"

in El País de hoje


Tal qual eu aqui escrevi: o eleitorado grego não votou na austeridade: optou por ficar na UE mas na condição de rever a negociação com a Troika.


Esta verdade evidente deve ser repetida, a fim de obstar à ambiguidade das interpretações tendenciosas, cultivadas pela maioria da nossa comunicação social.


Aliás, que a verdade seja distorcida, compreende-se: ela incomoda os poderes -políticos e financeiros- que nos sangram há mais de um ano. 
E nem toda a nossa comunicação social é independente; pelo contrário, depende, mais ou menos, desses poderes.  

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