"São Martinho e o pobre", 1317-19, fresco de Simone Martini (Siena, 1280/85-Avignon, 1344)
Neste
tempo de peste e desencanto, é urgente a palavra que dê sentido ao dia de
hoje e nos levante a alma.
E vou
buscar, a Claude Roy, a passagem, que aquece por dentro:
“Um
santo que me toca: o pároco de Ars***. Diz ele que se, no fim da vida, acontecer
aperceber-se da inexistência de Deus, há-de sentir-se logrado, mas não
lamentará ter acreditado no amor.” (in Les rencontres des jours, Gallimard,
1975).
***http://en.wikipedia.org/wiki/John_Vianney
O pároco d'Ars foi, também, uma das fontes de inspiração de Georges Bernanos, para o seu grande romance, Sous le soleil de satan

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